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Webinar – Dia Mundial da DII, 19 de maio
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Passas a vida a correr, e só paras para pensar em ti quando já pode ser tarde?

As DII surgem quando estás em alta, e deitam abaixo a saúde.

O papel da alimentação

Desde há longa data que se reconhece que os doentes com DII, sobretudo com doença de Crohn, podem sofrer de distúrbios nutricionais, muitos deles relacionados com dietas restritivas impostas pelos próprios doentes ou pelos profissionais de saúde.

Há mais de uma década que a terapêutica nutricional com dietas químicas está indicada como a primeira linha terapêutica no tratamento da doença de Crohn ativa em idade pediátrica. Estas dietas químicas mostraram ser tão eficazes como os corticoides com a vantagem de contribuírem também para melhorar o estado nutricional do doente.

O grande inconveniente destas dietas é o seu preço.

Ora nos últimos anos, diversos estudos demonstraram que a chamada Dieta de Exclusão para Doentes de Crohn, feita com alimentos correntes, tem o mesmo efeito terapêutico do que estas dietas químicas e tem uma adesão muito maior. Esta dieta tem três fases:

Da 1ª à 6ª semana É permitido comer Frango, batatas e maçãs ou bananas.
Da 7ª à 12ª semana É introduzido peixe magro, atum, arroz branco, noodles, aveia, lentilhas, ervilhas ou feijão entre outros. Como fruta são introduzidos os morangos, melão, abacate e kiwi. Como legumes passam a ser permitidos a alface, o tomate, pepino, broculos ou couve flor, cenoura e pimento.
A partir da 13ª semana Deixa de haver alimentos obrigatórios. Todos os alimentos da segunda fase continuam a ser permitidos e passam a ser permitidos todos os legumes e grande parte das frutas. São autorizados leite, queijo, iogurtes e massas. Recomenda-se maior liberalização da dieta sobretudo ao fim de semana.