Há atrasos que custam muito a ultrapassar, mas há outros que não dão uma segunda oportunidade.
O cancro do intestino é uma das principais causas de morte em Portugal.
A partir dos 45 anos, faça a sua colonoscopia.
Seja pontual,
principalmente com
a sua saúde
O que é o Cancro do
Intestino?
O Cancro do Intestino ou Cancro Colorretal (CCR) é o cancro mais frequente do Aparelho Digestivo e a principal causa de morte por cancro em Portugal.
Geralmente, este cancro desenvolve-se a partir de uma célula ou um grupo de células do revestimento interno da parede intestinal (mucosa).
Estas células multiplicam-se e organizam-se, formando um pólipo – um pequeno tumor não canceroso (benigno) – uma elevação ou projeção do revestimento interno da parede abdominal.
À medida que cresce, e com determinadas condições genéticas próprias, um pólipo pode transformar-se em cancro. Isto significa que passa a ter a capacidade de invadir tecidos vizinhos.
É a principal causa de morte
por cancro em Portugal.
E o terceiro tipo de cancro mais comum, a nível mundial.
Todos os anos, cerca de 370 mil cidadãos da União Europeia são diagnosticados e 170 mil morrem.
Em Portugal são diagnosticados, por ano, cerca de 7000 novos casos de cancro do cólon e reto.
Atualmente, morrem 11 portugueses por dia com este tumor.
No entanto, é também um dos Cancros mais fáceis de evitar.
Se o rastreio e diagnóstico forem realizados
atempadamente, e a patologia for detetada numa
fase precoce, a sobrevivência ultrapassa os 90%.
Mas melhor do que tratar é evitar o aparecimento deste cancro.
Não se atrase no rastreio e no diagnóstico precoce.
Mas como evitar?
A colonoscopia é o método mais fiável de prevenção e de diagnóstico, cada vez mais seguro e confortável. Este exame, efetuado num intestino bem limpo e preparado, permite ao Gastrenterologista observar integralmente o cólon e o reto, através de um endoscópio.
Este método que permite simultaneamente o rastreio, diagnóstico e tratamento, leva a que com uma simples intervenção terapêutica, remover os pólipos, evitando que estes se desenvolvam para cancro.
A deteção precoce e a remoção dos pólipos permitem diminuir substancialmente a probabilidade de ocorrência da doença maligna e da sua mortalidade.
Quando os sintomas se manifestam, a doença
pode estar já muito avançada. Por isso, a partir
dos 45 anos
Procure o seu Gastrenterologista
e faça a sua colonoscopia!
Artigos
Episódio 3: Saúde Mental na Doença Inflamatória do Intestino
Dr.ª Mónica Velosa e e o Prof. Miguel Constante
Episódio 4: Monitorização Ativa e Terapêutica Precoce
Dr.ª Carolina Palmela e a Dr.ª Joana Revés
Episódio 5: Tratamento da DII
Dr.ª Lídia Roque Ramos e a Prof.ª Joana Torres
Episódio 6: Nutrição e DII
Dr.ª Mónica Velosa e a Prof.ª Dra. Catarina Sousa Guerreiro
Episódio 7: Cirurgia na DII
Prof.ª Marília Cravo,e Prof.ª Dra. Susana Ourô
O Pâncreas – morfologia e funções
Dra. Susana Marques | Clube Português do Pâncreas
Fatores de risco para as Doenças Pancreáticas
Dr. Ricardo Rio Tinto | Clube Português do Pâncreas
Inflamação do Pâncreas
Dra. Susana Marques e Dr. Ricardo Rio Tinto | Clube Português do Pâncreas
Tumores
Dr. Ricardo Rio Tinto e Dr. Miguel Bispo | Clube Português do Pâncreas
Insuficiência Pancreática
Dr. Ricardo Rio Tinto | Clube Português do Pâncreas
Com o apoio de
